Quem tem diverticulite pode tomar leite?

Quem tem diverticulite deve diminuir o consumo de leite, mas não precisa retirá-lo completamente do cardápio. Isso acontece porque a lactose gera desconfortos intestinais e, para quem tem a condição, pode acarretar em dores abdominais, excesso de gases, diarreia e pequenas inflamações.

A recomendação médica para quem não consegue tirar o leite da rotina é preferir pelas versões desnatadas do leite e derivados, como iogurte ou queijo. Como o leite ainda é uma das principais fontes de cálcio no cardápio ocidental contemporâneo, poderá ser necessário incluir alimentos ricos em cálcio ou fazer suplementação via cápsulas vitamínicas.

A dieta adequada é um dos passos fundamentais para o tratamento da diverticulite. Somente alterando o cardápio é possível controlar a inflamação e minimizar os sintomas. Os médicos ainda recomendam que a escolha dos alimentos e a medicação sejam indicados por um profissional.

diverticulite

Alimentos que devem ser evitados por quem tem diverticultie

Todos os alimentos de difícil digestão ou com teor muito ácido devem ser evitados, pois estes podem agravar a inflamação.  São eles:

  • Castanhas;
  • Pipoca;
  • Sementes em geral;
  • Carnes vermelhas ;
  • Alimentos gordurosos;
  • Alimentos processados;
  • Refrigerantes;
  • Café;
  • Álcool.

Alimentos permitidos

  • Frutas (manga, melão, melancia, figo, pêssego, etc);
  • Cereais (aveia, grão de bico, granola);
  • Feijão (de preferência o carioca);
  • Cereais integrais (arroz integral);
  • Vegetais e Legumes;
  • Sopas leves;
  • Sorvetes naturais;
  • Sucos naturais.

Os alimentos ricos em fibras são a principal recomendação para quem possui a condição, já que eles ajudam a aumentar o bolo fecal e – se houver consumo de bastante líquido – facilitar a eliminação das fezes, evitando que se acumulem e formem novas inflamações (diverticulites). [Confira a lista de alimentos ricos em fibras]

No entanto, é preciso ficar alerta, pois, quando o paciente está em crise, é preciso a retirada das fibras do cardápio até que haja sinais de melhora, para só então voltar a consumi-las e evitar o intestino preso.

O tratamento também inclui mudanças no estilo de vida, como alimentar-se devagar, praticar exercícios físicos e estabelecer horários para a evacuação.


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