O que os Flexitarianos não comem?

Você sabe o que é flexitarianismo? Sabe o que os flexitarianos não comem? Confira essas e outras informações completas, aqui no Quero Viver Bem!

Os flexitarianos são os chamados parcialmente vegetarianos, ou seja, pessoas que comem carne somente uma ou duas vezes na semana, e moderadamente.

O regime alimentar ganhou fama entre as pessoas que desejam reduzir o consumo de carne, além disso, quando a comem, devem fazer de uma fonte bastante confiável.

O termo flexitariano vem da junção das palavras flexível e vegetariano, que significa que a pessoa que adere a esse sistema alimentar não deixa de comer uma proteína animal de vez em quando, mas resolve dar mais atenção à questão do bem-estar dos animais e também da saúde, reduzindo uma grande porcentagem de suas refeições com esse ingrediente.

De acordo com a médica americana e escritora do livro The flexitarian diet, pessoas que reduzem o consumo de carne ganham de 3 a 6 anos a mais de vida, pois têm menos problemas de diabetes, ataques cardíacos e câncer.

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Como funciona o Flexitarianismo?

É importante salientar que os flexitarianos não são considerados, em nenhum momento, vegetarianos. No entanto, de acordo com os adeptos, toda iniciativa para reduzir o consumo de proteína animal é válida, pois já diminui bastante o impacto negativo na natureza e na matança dos animais.

Pessoas que aderem ao flexitarianismo excluem o consumo de carne algumas vezes na semana, não existindo uma regra, mas sim a alternância entre um dia e outro e períodos que são estipulados pelo próprio adepto.

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Os motivos que levam uma pessoa a evitar o consumo de carne e outros produtos de origem de animal são inúmeros, desde questões de saúde e espirituais até consciência acerca dos impactos ambientais que o apelo para os produtos animais pode gerar.

Para os flexitarianos, fica mais fácil incluir na alimentação feijão, lentilha, grão-de-bico, quinoa, amaranto, aveia, arroz, hortaliças, oleaginosas, cogumelos, sementes e outros. O diferencial deles em relação aos vegetarianos é que podem incluir carnes e derivados de animais quando vão em uma festa, um restaurante ou uma situação específica. É para esses casos que existe a flexibilidade do regime alimentar.

Benefícios do Flexitarianismo

Para as pessoas que desejam reduzir o consumo de produtos de origem animal, o flexitarianismo é uma excelente opção. A dieta se baseia na ingestão de alimentos de origem vegetal, todavia, não é uma forma radical de cortar carne vermelha, frango e peixe do cardápio, já que, nesse regime, é possível comer tais itens de vez em quando.

As vantagens desse estilo alimentar são:

  • Limita o consumo exagerado de proteínas animais que é considerado prejudicial à saúde;
  • Aumenta o consumo de vitaminas e minerais, pois incentiva a ingestão de vegetais, oleaginosas e frutas;
  • Promove um rodízio alimentar, o que é favorável para a saúde;
  • Reduz o consumo de gorduras consideradas maléficas, dando lugar para as gorduras boas, vindas do abacate, do azeite de oliva e das oleaginosas;
  • Confere melhor digestão, aumento do trânsito intestinal, aumento do colesterol bom, controle da pressão arterial e controle da glicemia;
  • Combate dores articulares, osteoporose, fadiga e inflamações no corpo;
  • Reduz o impacto ambiental e promove o consumo consciente;
  • Diminui o risco de doenças cardiovasculares;
  • Melhora o metabolismo.

Devido aos benefícios, muitas famosas estão aderindo a esse conceito alimentar. Na verdade, ele jamais deve ser confundido como uma transição para o vegetarianismo ou veganismo, são coisas totalmente diferentes.

Por meio de uma alimentação flexível, os flexitarianos acabam fazendo uma dieta 80% vegetariana, baseada em frutas, hortaliças, legumes, oleaginosas, iogurtes, queijos, grãos integrais, sementes e cereais.

De acordo com especialistas em nutrição, carne em excesso pode causar o acúmulo de toxinas no organismo, gordura localizada e problemas de saúde, como aumento da pressão, colesterol e triglicerídeos.

No entanto, é preciso salientar que toda a substituição de proteína animal por vegetais precisa ser rigorosamente acompanhada por um profissional de nutrição. Apesar de a alimentação rica em vegetais ser muito benéfica para a saúde, é necessário ficar de olho no aporte da vitamina B12, ferro, zinco e outros nutrientes.

Portanto, na maioria do casos, pessoas que eliminam produtos de origem animal, precisam suplementar para que o organismo funcione adequadamente. Por isso, procure orientação de um especialista se esse for o seu objetivo.


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