Mitos e verdades sobre o álcool

Desde sempre escutamos muitas histórias sobre o consumo do álcool e o mal que ele pode fazer para o organismo, veja as verdades e mitos sobre elas.

Desde sempre escutamos muitas histórias sobre o consumo do álcool e o mal que ele pode fazer para o organismo, bem como as doenças atreladas a ela. Algumas histórias como “beber vinho é melhor do que cerveja” e outras crenças a respeito do assunto.

Com as festas de fim de ano se aproximando, separamos alguns assuntos que serão amplamente abordados entre os “mitos e verdades” sobre a bebida alcoólica. Confira abaixo as histórias mais comuns que ouvimos por aí:

Mitos e verdades

mito e verdade mulher álcool

Os efeitos colaterais do álcool afetam mais as mulheres

Mito.O que ocorre é que o efeito colateral do consumo do álcool vai se mostrar de forma mais rápida na mulher do que no homem. Isso pode acontecer por conta da diferença de peso entre ambos os sexos e a quantidade de água existente no corpo.

Mas nada disso significa que as mulheres sofrem mais consequências por ingerir a bebida.

Não é necessário beber tanto para se sentir bêbado

Verdade. Na grande maioria dos casos, se o ser humano pensar que já ingeriu bebida demais é o suficiente para que se comporte de maneira diferente, como se estivesse bêbado. Mas não significa que isso acontece de maneira intencional.

Beber ajuda a aquecer

Mito. Durante muito tempo, pessoas tinham a crença de que o consumo de bebida alcoólica ajudava controlar o frio, principalmente em países como Suíça e Rússia.

Ao consumirmos uma quantidade de álcool, os vasos sanguíneos são dilatados e assim acabam proporcionando uma sensação de aquecimento. Esse é um dos motivos para que a pele do ser humano ruborize durante a ingestão da bebida.

álcool ajuda a esquentar

A maior quantidade de álcool fica concentrada no fígado

Verdade. Esse é um dos motivos de muitas pessoas que consomem álcool diariamente e de forma não regrada acabam tendo problemas de saúde mais graves, afetando o fígado direta ou indiretamente. As complicações não aparecem momentaneamente e sim ao longo prazo.

Afinal, apenas 10% do álcool ingerido será direcionado para a pele. O restante fatalmente passará pelo fígado.

Comer antes de ingerir álcool retarda o efeito da embriaguez

Verdade. A ingestão de alimentos atrasa os efeitos colaterais do álcool no organismo, pois assim a bebida acaba ficando por mais tempo no estômago. Dessa forma, a absorção do álcool acontece de forma mais lenta.

Bebida alcoólica corta efeito de medicação

Mito. Apesar de não ser indicado consumir bebida alcoólica com medicação, isso não significa que o seu tratamento estará perdido. Em muitas situações o que acontece é apenas um “retardo” para a cura.

Mas sempre que você precisar consumir álcool nesta situação, é extremamente importante que você consulte o médico ou leia a bula do remédio antes.

Uma taça de vinho ajuda a controlar o organismo

Mito. O ideal é que se você precisar beber vinho, consuma meia taça ao dia ao invés de uma. Dessa forma, você estará se prevenindo de diabetes e doenças cardíacas sem comprometer qualquer outra parte do seu organismo.

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Cerveja ajuda a curar ressaca

Mito. O que acontece é que ao tomar um copo de cerveja acontece um alívio momentâneo e ajuda a diminuir o mal-estar. Isso acontece porque os sintomas da ressaca são muito similares ao da abstinência alcoólica.

Porém, se continuar ingerindo o líquido na busca de um “alívio”, só conseguirá piorar o sintoma.

Ducha fria ajuda a acabar com a embriaguez

Mito. Apenas o tempo ajuda com a ressaca e o término da embriaguez, afinal, mesmo tomando banho, todos os componentes do álcool continuarão no organismo.

Grávidas não devem beber

Verdade. Isso acontece porque o álcool possui substâncias que podem causar dano ao feto, principalmente no primeiro trimestre. A mulher que ingerir muita bebida durante a gestação corre o risco ter seu bebê com algum tipo de doença como a síndrome do alcoolismo ou até nascer com má gestação.

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O álcool é a causa do alcoolismo

Depende. Apesar de uma pessoa alcoólatra sentir forte necessidade e desejo pelo consumo da bebida, o álcool não é o único fator levado em conta para se diagnosticar a doença.

Além da bebida, é analisado um conjunto de fatores e situações do cotidiano da pessoa, levando a análise de comportamento e elementos ambientais e psicológicos.


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