Lista de Alimentos Flexitarianos: porque são consumidos?

Veja aqui quais são os alimentos permitidos na alimentação flexitariana, quais são os cuidados necessários nesse tipo de dieta e muito mais.

Existe muita discussão entre vegetarianos e pessoas que não se preocupam em cortar a carne da alimentação a respeito da diminuição ou eliminação desse alimento da mesa das pessoas. Porém, existem aqueles que se sentem na obrigação de diminuir o consumo moderadamente. O nome desse estilo de vida é flexitarianismo.

O flexitarianismo é uma junção das palavras “flexível” e “vegetarianismo”. Gostou da ideia? Descubra quais são os alimentos permitidos, como funciona essa dieta diferenciada, se é benéfica à saúde e se há riscos em sua adoção!

O que é ser flexitariano?

Lista de Alimentos Flexitarianos: porque são consumidos?

Um flexitariano é aquele que não corta as carnes de sua dieta, mas prefere reduzir o seu consumo pela alimentação balanceada e baseada, principalmente, em vegetais. Pode-se dizer que esse estilo de via é “metade vegetariano”, afinal ainda mantém o consumo da proteína animal.

Não há uma noção de quantas pessoas são adeptas ao movimento, mas, no Brasil, os vegetarianos em si abrangem cerca de 16 milhões, enquanto que o veganos (quando há exclusão de todos os produtos de origem animal) são, mais ou menos, 5 milhões de adeptos.

Independentemente do estilo de vida, todos eles possuem uma visão diferenciada sobre o bem-estar animal, por isso, preferem reduzir ou cortar de vez a carne de suas vidas. Outra razão para ser flexitariano está na procura por uma alimentação mais saudável e que preserve o meio ambiente, pois existem muitos impactos causados pela pecuária e por outros produtos gerados a partir dos animais.

Lista de alimentos flexitarianos: veja todos!

O flexitarianismo recomenda que, ao menos, 80% do tempo de alimentação seja baseado em uma dieta vegetariana, não existindo uma quantidade específica de proteína. Confira quais são os alimentos permitidos no flexitarianismo e orientações sobre como fazer corretamente essa dieta:

  • Derivados de legumes;
  • Frutas;
  • Frutos secos;
  • Grãos integrais;
  • Laticínios;
  • Legumes;
  • Ovos;
  • Todos os tipos de carnes com extrema moderação;
  • Produtos feitos de grãos;
  • Sementes;
  • Vegetais.

A orientação de um nutricionista é fundamental, por conta do aporte de proteínas que deve ser suprido de forma individualizada com determinados alimentos.

É claro que o maior consumo de vegetais e frutas é a melhor opção, mas, quando há uma redução (ou no caso do veganismo, um corte) drástica da proteína animal, sua saúde pode clamar por atenção. Por isso, é importante que o organismo comece a socializar-se com os alimentos que substituirão parte da carne nas refeições.

Para dar os primeiros passos no flexitarianismo, basta que você tome a iniciativa sobre quantas refeições poderão estar isentas de carne. Toda forma de ação é válida, seja ela cortando a carne em uma refeição por dia ou uma semana – é você quem decide!

A grande maioria das pessoas que inicia no flexitarianismo começa pela redução das porções e, aos poucos, faz menos refeições por semana com a presença das proteínas animais. Em outros casos, há restrição no consumo de carne para 3 vezes na semana, no máximo.

Algumas pessoas, por outro lado, largam de vez, mas voltam a ingeri-la quando há alguma ocasião especial.

Vantagens e desvantagens do flexitarianismo

Lista de Alimentos Flexitarianos: porque são consumidos?

Uma alimentação flexitariana é uma forma de auxiliar aquela pessoa que deseja se tornar totalmente vegetariana no futuro. De qualquer forma, tanto esse estilo como o vegetarianismo proporcionam inúmeros benefícios à sua saúde.

Veja quais são as vantagens do flexitarianismo:

  • Reduz a chance de desenvolvimento de doenças crônicas, tais como alguns tipos de câncer, inflamações, doenças cardiovasculares e muitas outras;
  • Auxilia no emagrecimento, já que há maior incentivo ao consumo de alimentos mais naturais e menos processados – devendo, obviamente, cuidar com a ingestão de carboidratos para alcançar esse objetivo;
  • Controla problemas de obesidade e sobrepeso;
  • Mantém sob controle níveis de colesterol e pressão arterial;
  • Evita o acúmulo de gordura corporal;
  • Melhora o funcionamento do intestino;
  • Melhora o metabolismo;
  • Diminui o acúmulo de toxinas e disfunções orgânicas, como o cansaço constante, as dores articulares, a osteoporose, o cálculo renal e a gota.

Apesar desses benefícios, o flexitarianismo deve ser feito com cuidado, afinal, a carne é fonte de aminoácidos essenciais ao funcionamento apropriado do organismo, principalmente da vitamina B12 – que é indispensável para o funcionamento cerebral -, além do zinco – mineral necessário para várias funções biológicas, como na imunidade, na fertilidade, no funcionamento apropriado da tireoide, etc.).

Para tanto, a substituição da carne por outros alimentos deve ser feita de maneira cuidadosa, muito embora a alimentação mais voltada ao vegetarianismo provoque uma melhora ainda maior na saúde em geral.


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