Erva-de-são-joão – Benefícios, Tabela Nutricional, Consumo e Contraindicações

Você sabe para o que sere a erva-de-são-joão? Confira, aqui no Quero Viver Bem, benefícios, tabela nutricional, consumo e contraindicações!

Não se sabe exatamente a origem da erva-de-são-joão (Hypericum perforatum L.), mas ela, atualmente, encontrada na Europa, América do Norte e América do Sul, além de países como Austrália, Nova Zelândia e Oeste Asiático.

Pertencente à família Hyperaceae, é uma planta com flores de formato estrelado e de cor amarela, com cinco pétalas. Ela cresce entre 50 e 100 centímetros de altura e tem preferência por climas temperados.

Devido às suas propriedades, vem sendo utilizada por muito tempo na medicina popular. No entanto, há certos riscos associados ao seu consumo. Confira, abaixo, os principais benefícios da erva e como ela deve ser consumida de forma segura.

Benefícios da erva-de-são-joão

Erva-de-são-joão

Esta planta tem sido utilizada na medicina tradicional em função de suas propriedades cicatrizantes, analgésicas, anti-inflamatórias e diuréticas.

Combate a depressão

Atualmente, o principal uso da erva é para o combate à depressão, em função da ação dos compostos hipericina, pseudo-hipericina e hiperforina presentes na planta.

Seu consumo tem demonstrado causar melhora no humor e diminuição do nervosismo e cansaço relacionados à depressão. No entanto, seu consumo deve ser acompanhado por um médico, pois a erva reage negativamente com outros medicamentos e pode não ser a melhor indicação para alguns pacientes.

Melhora o aspecto da pele

Da erva-de-são-joão pode ser extraído um óleo utilizado no tratamento de feridas de pele, queimaduras, hemorroidas e até dores nos nervos. Este benefício está associado à hipericina e hiperforina, que possuem ação anti-inflamatória e antibacteriana.

Além disso, a erva conta com tanino, que alivia irritações de pele.

Alivia os sintomas da menopausa

O consumo oral da planta tem sido associado à redução das ondas de calor e outros sintomas da menopausa. Portanto, mulheres acima dos 50 anos podem se beneficiar com o seu consumo.

Contribui com o livramento do cigarro

O uso da erva tem sido associado ao controle da ansiedade e à diminuição dos sintomas de abstinência da nicotina no organismo. Assim, pessoas que desejam largar o vício podem se beneficiar com o seu uso.

Tabela nutricional

Erva-de-são-joão

A erva não contém quantidade significativa de calorias, proteínas, carboidratos, gorduras ou açúcares.

Como deve ser consumida?

Para se ter resultados eficazes, o consumo da erva deve ser, primeiramente, acompanhado por um médico especialista, e a dosagem vai depender do benefício que se espera atingir.

Por exemplo, no caso de adultos que queiram diminuir os sintomas da depressão, a dose recomendada é de 300 mg três vezes ao dia, mas pode variar de acordo com a concentração do remédio.

Lembre-se que as doses tomadas por crianças serão diferentes, e um médico sempre deve ser consultado. Alguns medicamentos derivados dessa erva também não são indicados para pacientes diabéticos.

Também pode ser consumida como chá, mas é sempre bom ter a indicação de um médico para preparar a bebida adequadamente. O preparo deve ser de uma colher de sopa da erva em meio litro de água, e, assim que ferver, retirar do fogo e abafar por 10 minutos. Coe e beba em seguida.

Quando for suspender o consumo, a erva dever ser retirada da dieta gradativamente, pois a abstinência pode provocar efeitos colaterais.

Erva-de-são-joão

Contraindicações

O consume da erva-de-são-joão associado a outros medicamentos pode causar interações indesejadas, por isso alguns países, como a França, suspenderam sua venda, e outros países requerem a apresentação de uma receita médica para a compra.

A interação dela com alguns anti-hipertensivos, anticoagulantes, contraceptivos e antidepressivos pode chegar a desregular a bioquímica cerebral. Outros sintomas dessa mistura são problemas para dormir, sonhar acordado, irritação e nervosismo, dor de cabeça, coceira e diarreia.

Grávidas ou que estão amamentando, crianças, pacientes com doença de Alzheimer, pacientes que tomaram anestesia recentemente, pacientes com bipolaridade e déficit de atenção, pacientes com esquizofrenia e pessoas inférteis não são aconselhadas a fazerem o uso da erva, principalmente em altas dosagens.

Antes de iniciar qualquer tratamento, mesmo que natural, é recomendável consultar um médico.


Este texto foi revisado pelo Profissional: Thais Karpowiski (conheça mais sobre ele(a) clicando no link)

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