Antidepressivos: a importância desse medicamento

O antidepressivo é um medicamento utilizado comumente para o tratamento da depressão. Entretanto, tratar outras doenças com este medicamento é bastante comum, por exemplo, transtornos de ansiedade, transtornos alimentares, distúrbios do sono, disfunção sexual, dor crônica, adicção e mal de Parkinson. Isso acontece porque o antidepressivo possui diferentes fórmulas e doses, que devem ser indicadas de acordo com o quadro clínico do paciente.

O uso deste medicamento, todavia, só deverá ser receitado sob supervisão médica, uma vez que também apresenta uma série de efeitos colaterais, como disfunções sexuais.

Outra informação importante é que o antidepressivo só deverá ser usado quando não houver outro meio para conseguir tratar o problema, pois existem formas alternativas de superar a depressão, que dispensam o uso de medicamentos e ocasionam em menores impactos à saúde, por conta dos riscos nos efeitos colaterais.

Como funcionam no organismo?

Antidepressivos: a importância desse medicamento

Os antidepressivos agem no cérebro em busca de equilibrar as reações químicas. Os cientistas acreditam que os transtornos mentais são gerados pelo desequilíbrio de neurotransmissores e, por isso, os antidepressivos auxiliam no exercício das funções eletroquímicas. Seus resultados demoram por volta de cinco semanas para começarem a aparecer, embora isso varie de organismo para organismo.

É importante explicar que os antidepressivos não curam a depressão, nem qualquer outro tipo de transtorno mental, entretanto é possível controlar alguns de seus malefícios, sendo ideal buscar sempre ajuda psicológica. Investigar os motivos que levaram à depressão é a melhor maneira para conseguir tratar a saúde mental – a autoanalise é sempre indicada para qualquer tipo de transtorno, pois auxilia a entender o que ocorre na própria mente.

Quais os tipos existentes

Existem no mercado diferentes fórmulas, sendo que cada uma procura obter um tratamento diferente no cérebro, embora todas tratem da depressão.  A indicação só poderá ser realizada por um médico psiquiatra, que avaliará, no paciente, os resultados a longo prazo, realizando alterações no tipo de tratamento, de acordo com o comportamento apresentado.

Os antidepressivos tricíclicos, por exemplo, os primeiros a serem inventados, aumentam a disponibilidade, no cérebro, dos neurotransmissores serotonina, noradrenalina e dopamina – esta última em menor escala, responsável por influenciar o bem estar, o humor e as emoções.

os tipos inibidores (ISRS) têm a função de bloquear a atuação de enzimas que atrapalham no fluxo eletroquímico. Há, ainda, os antidepressivos tetracíclicos, elaborados a partir dos tricíclicos, mas que geram menos efeitos colaterais, entretanto, se misturados com álcool, podem ser muito perigosos.

Tratamento de doenças mais comuns

Antidepressivos: a importância desse medicamento

Em geral, o antidepressivo é usado para tratar a depressão, mas poderá ser usado no tratamento de outros tipos de doenças. Este medicamento poderá ser indicado para pacientes que apresentam como quadro clínico transtornos obsessivos compulsivos, de ansiedade, de pânico, de personalidade, que desejam se livrar do álcool ou tabagismo ou, ainda, para cuidar de pacientes que tenha enfrentado algum episódio traumático.

Porque não parar com o remédio

Uma vez que o uso de antidepressivo foi indicado pelo médico psiquiatra, não é recomendado parar com essa medicação sem o consentimento do profissional. A dificuldade para lidar com os malefícios da depressão, ou outros transtornos, podem levar os pacientes a abusarem de drogas ou álcool, bem como a frustração pela falta de controle da doença, que voltará a se manifestar com mais força, caso o paciente pare de tomar o remédio.

É sempre recomendável falar com os seus médicos, psiquiatra e psicólogo, sempre que desejar tomar decisões em relação ao seu tratamento, seja quanto ao uso de remédios, seja em relação aos efeitos dele no corpo.


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