Adoçantes Naturais: Conheça os principais tipos. Eles são saudáveis?

Veja aqui quais são os adoçantes completamente naturais, uma maneira alternativa de adoçar o alimento e ainda permanecer saudável.

Quando uma pessoa é incapacitada de consumir açúcar, ela sempre busca opções para adoçar bebidas e afins. Um dos produtos mais utilizados são os adoçantes do tipo sintético, ou artificiais, especialmente aquele chamado de aspartame.

Infelizmente, muitas pessoas não sabem, mas consumi-los de modo prolongado pode trazer problemas, tornando-os nocivos à saúde. Por este motivo, tem-se pesquisado e, consequentemente, encontrado alternativas mais saudáveis e naturais.

Principais tipos de adoçantes naturais

Adoçantes Naturais: Conheça os principais tipos. Eles são saudáveis?

Os adoçantes naturais são obtidos a partir de plantas ou alimentos de origem animal e não passam por processos químicos. Embora possam conter calorias, têm poder adoçante muito superior ao da sacarose (açúcar normal), o que propicia um consumo em menores quantidades.

Sorbitol

Obtido a partir da redução da glicose, comumente é retirado de frutas como a maçã e a ameixa, além de outras. Já a segunda opção de obtenção dele é por algas marinhas. Estudos comprovaram que ele é capaz de adoçar 50% a mais do que a utilização de açúcares refinados, como é o caso da sacarose.

Infelizmente, por ser muito doce, ele é proibido para pessoas que têm diabetes, ou que possam vir a desenvolvê-la. Vale a pena comentar que a sua utilização possui um ponto negativo: o sorbitol também é um laxante.

Ele é tão bom para potencializar o saber doce que é utilizado pelas indústrias em bolos, biscoitos, refrigerante, geleias, entre outros – melhora também a textura e maciez de produtos alimentícios.

 

Stévia

Ela é um produto que, certamente, encontra-se na moda, pois é até 300 vezes mais potente para adoçar um alimento. A sua forma de obtenção é a partir da planta Stevia reubadiana, muito conhecida na América do Sul, seu local de origem.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pode-se consumir até 4 g por dia. Um adulto com 70 kg, por exemplo, poderia ingerir, todos os dias, 280 g de stévia, enquanto que do açúcar refinado recomenda-se a ingestão máxima de 25 g.

É a opção mais recomendada para diabéticos. Possui boa estabilidade mesmo a altas temperaturas, pode ser utilizada em bolos, obtendo bons resultados.

Vale a pena comentar, também, que ela pode ser utilizada por pessoas com fenilcetonúria, doença congênita ocasionada pelo aumento da fenilalanina.

 

Xilitol

Pertence à classe dos polióis e é naturalmente encontrado em ameixas, morangos, framboesas e alguns vegetais, sendo mais nutritivo que outras opções. Os benefícios encontrados com o seu consumo incluem o combate a cáries, além da promoção da remineralização dos dentes, conferindo um aspecto mais bonito e saudável.

Ele adoça 50% mais que a sacarose. Por não influenciar de forma tão abrupta os índices glicêmicos, mesmo os portadores de diabetes podem consumi-lo, sendo que o máximo de ingestão sugerida é de 60 g/dia – mais do que isso, ele tem poder laxante.

Manitol

Esta opção é capaz de ser levada ao forno, sem que haja qualquer tipo de modificação em suas propriedades. Ele é proveniente de vegetais, como é o caso da beterraba e das algas marinhas e adoça 70% mais que o açúcar comum.

Lembre-se de moderar o seu consumo, pois ele estimula a produção de insulina no corpo. A ingestão máxima recomendada é de apenas 60 mg/kg/dia, sendo que o excesso pode ocasionar diarreia.

 

O ideal é evitar adoçar os alimentos, seja com açúcar, mel ou adoçantes, para que se possa sentir o real sabor daquilo que estamos comendo. Nos casos em que se precise adoçar, prefira os adoçantes naturais. Na dúvida de qual escolher, consulte um nutricionista para uma orientação mais específica.


Este texto foi revisado pelo Profissional: Thais Karpowiski (conheça mais sobre ele(a) clicando no link)

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