3 mitos sobre emagrecimento que você nunca imaginou ser verdade

Veja aqui três principais mitos sobre emagrecimento que você precisa saber caso queira perder alguns quilinhos que estão te incomodando.

Olá! Hoje vamos falar um pouco sobre algumas coisas que achávamos que era mito, mas que provaram ser uma verdade – pelo menos em sua maior parte – para a maioria das pessoas.

Sabemos que para toda regra há uma exceção e aqui não será diferente, mas buscando trazer informação elaborada, hoje vamos de:

Mito 1: Termogênicos são lendas ou são feitos para vender

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Dizem que a canela é termogênico, um alimento capaz de acelerar o metabolismo e ajudar no processo de emagrecimento saudável. Outro dia ouvi dizer que chá-verde também era, assim como a pimenta. E sabe qual é a verdade até agora? Eles são! Alimentos termogênicos existem e eles estão disponíveis no nosso dia a dia. E não é só isso, um estudo [1] publicado esse ano sobre a canela desvendou mais uma propriedade. Os pesquisadores demonstraram, em ratos, que o uso da canela associada a uma boa dieta é capaz de melhorar o desempenho cerebral aliviando o stress desnecessário.

Já ano passado, um grupo de pesquisadores coletou diversos dados e relatou que, além do conhecido poder antioxidante, antibacteriano e anti-inflamatório, a canela não é somente um tempero, mas um importante agente na prevenção de diabetes do tipo 2, problemas crônicos de digestão, câncer e até Alzheimer [2].

Vale a pena ficar de olho nos termogênicos. O chá-verde já é um antigo conhecido, a planta conta com uma vasta gama de propriedades além das antioxidantes, que combatem o envelhecimento precoce das células, associada ao café, essa erva poderosa já foi demonstrada ter potencial com outro termogênico, o alimento mais consumido no mundo: o café! Vale a pena lembrar que as fórmulas que existem por aí podem ter sim funções esplendorosas e os alimentos naturais, também!

Mito 2: Mulher que faz musculação ganha peso e engorda

mulher-fazendo-musculacao

Esse mito é fantástico, primeiro porque ele parece ser muito fidedigno e segundo porque ele é o oposto de seu título! A musculação é uma atividade que pode ter uma consequência inicial na balança: o aparente ganho de “peso”.

Isso acontece porque o desenvolvimento muscular provoca um ganho de massa, porém, em detrimento de perda de gordura. Além do mais, o ganho de massa magra é muito importante para acelerar o metabolismo e “queimar” aquelas gordurinhas indesejadas, fazendo com que no estado de repouso, a pessoa gaste mais energia para realizar suas funções vitais, dispêndio esse que tem fator interessante: ganho de longevidade.

Pessoas longevas são pessoas mais ativas! As mulheres não possuem, naturalmente, a mesma quantidade de hormônio que os homens, portanto, o ganho de massa magra é mais comprometido, se não houver o treino ideal que respeite a individualidade biológica e a alimentação correta, isso fica prejudicial. Musculação não engorda, pessoal! Não mesmo.

Mito 3: HIIT é modinha

treino-hiit

Tá aí um mito interessante e totalmente desconstruído por mim mesmo! O HIIT é um termo do inglês que significa “Treinamento intervalado de alta intensidade”. Ele pode ser feito em qualquer lugar que você conheça, não necessitando de aparelhos nem técnicas complicadas. Vinicius Possebon, um personal trainer brasileiro, elaborou um programa de treinamentos de sucesso nacional: O Q48.

O plano de exercícios conta com uma ideia interessante: o treino é curto, intenso, não é entediante e leva à exaustão física, provocando grande perda de gordura em pouco tempo. A galera que chacoalha o esqueleto bem sabe: perder peso é bom, mas perder peso de graça, é melhor ainda.

Com o advento do HIIT, as pessoas estão aderindo cada vez mais a essa “modalidade” que pode ser tanto individual ou coletiva: com saltos, agachamentos, corridinhas e outros, o método é comprovado cientificamente, tendo centenas de estudos internacionais sobre ele. Para os mais curiosos, como é meu caso, fica a dica: vale a pena tentar.

[1] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26878796

[2] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26151013


Este texto foi revisado pelo Profissional: Eduardo Lembi (conheça mais sobre ele(a) clicando no link)

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